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Sérgio Moro sofre ameaças, e presidente Jair Bolsonaro toma decisão drástica; veja

Em 1 vídeo que circula nas redes sociais, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, é questionado por 1 homem em 1 supermercado sobre o caso de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), citado em relatório do Coaf por movimentação incomum de dinheiro na conta bancária.

“Por que o Queiroz não é pauta? A roubalheira do PT, que perdeu [as eleições] por causa da robalheira, é pauta, mas a robalheira do Queiroz, do PSL, não é pauta do governo? Ele [Moro] não pode falar sobre isso? Aí você quer me censurar por isso também?”, questiona o homem.

Moro aparece distante na imagem do vídeo, em 1 dos caixas do supermercado. No episódio, o ex-juiz federal está acompanhado de 1 segurança, o qual se aproxima do homem que faz os questionamento, mas não se identifica.

“Você não é segurança do Moro, sua fila é aquela lá”, diz o homem.“Eu não conheço o Moro, só quero pagar minha água e ir embora”, rebate o segurança.

“Com a presença do Sérgio Moro, como é que não pode fazer 1 vídeo?”, continua o homem, que é interrompido por Moro.

“Você está sendo desagradável e mal educado com todo mundo aqui”, afirma o ministro.

“Por favor, com os áudios vazados da Dilma você não foi mal educado, né?”, rebate o homem.

Logo depois, o segurança se aproxima novamente do homem e diz, novamente, que quer pagar sua água.

“Estou gravando porque tenho 1 celular, estou em 1 ambiente público”, rebateu o homem.

No fundo do vídeo, ao mesmo tempo em que o homem fala, é possível ouvir uma mulher que pede para Moro “ajudar o Ceará”.

“Ajuda o Ceará, lá está complicado”, diz a mulher. Na última 6ª (4.jan.2019), Moro determinou o envio de 300 membros e 30 viaturas da Força Nacional ao Ceará.

Assista ao vídeo:

 

SEGURANÇA DE MORO FOI REFORÇADA
Nesta 3ª feira (8.jan.2019), o presidente Jair Bolsonaro determinou que a PF (Polícia Federal) reforce a segurança de Moro e de seus familiares. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

No despacho, o presidente afirma que a medida deve ser tomada “diante de informações sobre situações de risco” a que Moro está exposto, uma vez que ocupa o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.

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