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Segurança suspeito de matar cão em supermercado vai à polícia e pode se dar muito mal

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O segurança suspeito de envenenar e agredir o cão chamado Manchinha, em uma loja da rede de supermercado Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo, prestou depoimento à polícia nesta quinta-feira (6).

As acusações que pairam sobre ele, que não teve a identidade revelada, é que teria envenenado e espancado o animal, provocando as lesões que causaram a morte do bicho que era tido como um mascote por alguns funcionários do mesmo supermercado.

O cachorro morreu devido a um choque hemorrágico. “O animal deu entrada consciente no departamento em decúbito lateral (deitado de lado), mucosas anêmicas, hipotensão severa (pressão baixa), hipotermia intensa, hematêmese (vômito com sangue) e escoriações múltiplas (…) Apesar do tratamento instituído, o animal veio a óbito”, informou a prefeitura de Osasco por meio de nota.

As imagens do chão do supermercado sujo de sangue repercutiram nas redes sociais e chamaram a atenção dos internautas. Ativistas dos direitos dos animais protestam com o Carrefour.

Na quarta-feira (5), o Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar o caso. A pena para quem comete crime contra animais varia de três meses a um ano. Esta pena não resulta em detenção e normalmente é paga com serviços sociais.

O segurança foi afastado pelo supermercado devido à repercussão do caso. Ele corre risco de demissão. Em nota, o Carrefour afirmou que não vai se eximir de sua responsabilidade. “Estamos tristes com a morte desse animal, pois já era considerado um mascote por alguns colaboradores”, afirmou.

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