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Por ser gay, homem foi obrigado a fazer sexo com a madrasta aos 11 anos

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Daniel Dowling, agora com 36 anos, revela que foi obrigado a ter sexo com a madrasta quando tinha 11 anos por ser gay. O menino era ainda incentivado pelo pai a ver pornografia de forma a “curar” a homossexualidade.

Vinte e cinco anos depois, o homem revela que ainda hoje sente o cheiro da madrasta Annette Breakspear e que foi com ela com quem perdeu a virgindade. Revela ao Daily Mail que passou três anos de tortura sexual em Berkshire, na Inglaterra, onde vivia com o pai.

O casal tinha 38 anos quando começou os abusos à criança e o homem, agora com 62 anos, revela que apenas estava “a tentar orientar” o filho para que este não fosse gay.

Os abusos da madrasta aconteciam mesmo quando o pai, que trabalhava para o Ministério da Defesa, não estava em casa. Segundo Daniel, num dos episódios de abusos foi agredido pelo pai quando este lhe disse que tinha de fazer sexo oral à madrasta e este se recusou.

O trauma do menino não ficou pela relação com a madrasta que acabou quando o pai se separou dela. Aos 16 anos foi violado por outro pedófilo. A polícia encontrou fotos dele nu na casa deste homem e perguntou-lhe o que se passava. Foi aí que Daniel revelou todos os abusos.

Quase duas décadas depois, Daniel quis fazer justiça e gravou um telefonema do pai onde este confirmava os abusos. O pai de Daniel foi preso cinco anos e a mulher, oito anos.

Daniel revela que tentou pôr termo à própria vida.

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