Dilma usa redes sociais e tenta “massacrar” Bolsonaro, após tiroteio em escola de Suzano

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A presidenta deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, se solidarizou com as famílias das vítimas da tragédia em Suzano, onde dois jovens entraram armados em uma escola e mataram oito pessoas, antes de se matarem, e declarou que o caso “causa espanto, dor e revolta”.

“O absurdo estarrecedor é que, neste trágico dia em que assistimos à morte de 10 pessoas e o ferimento de outras 9, o Presidente da República tenha o desplante de anunciar uma lei propondo maior acesso a armas”, prosseguiu Dilma, em outra postagem, em referência ao anúncio feito hoje pelo presidente, horas antes da tragédia.

Ela criticou ainda o pacote apresentado pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, que dá licença para matar a policiais, entre outras medidas que afetam diretamente os direitos humanos. “O porte de armas irrestrito e amplamente liberado a toda população vai dar instrumento para que o assassinato massivo se torne endêmico e cotidiano. A lei anticrime do ministro Moro é o encontro marcado com tragédias como a de Suzano”, escreveu Dilma.

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