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O objetivo de Sérgio Moro é isolar líderes do PCC

Preso desde julho de 1999 e apontado como líder da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) desde 2001, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, ficará em um presídio federal.
Marcola e outros 21 criminosos conectados com a facção estão sendo transferidos nesta quarta-feira (13) para presídios federais.

Dos 22 detentos, 15 são considerados da alta cúpula da facção e estavam no presídio de Presidente Venceslau, incluindo Marcola.

Outros 7, que tinham determinação da Justiça de SP para serem transferidos desde novembro do ano passado, estavam no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), em Presidente Prudente, informa o UOL.

Em nota, o Ministério da Justiça, chefiado pelo ex-juiz Sérgio Moro, afirmou que “o isolamento de lideranças é estratégia necessária para o enfrentamento e o desmantelamento de organizações criminosas”.

A previsão é de que os criminosos sejam levados para Mossoró (RN), Porto Velho (RO) e Brasília, com o argumento de que a distância pode prejudicar a comunicação entre eles.

No final do ano passado, uma investigação apontou que havia um plano para tentar resgatar Marcola da prisão. Essa ação resultou no pedido da Promotoria para que ocorresse a transferência.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou um decreto nesta quarta-feira (13) autorizando o envio das Forças Armadas para proteger o entorno dos presídios para onde os membros do PCC estão sendo transferidos, conforme noticiou a RENOVA.

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