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Campeão da Libertadores, Galiotte conta conquista e achs cobrança fora do normal no Palmeiras

O presidente Mauricio Galiotte, da SE Palmeiras, comemora a conquista da competição após jogo contra a equipe do Santos FC, em partida final, da Copa Libertadores, no Estádio do Maracanã. (Foto: Cesar Greco)

Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, participou de toda transição do clube desde 2015. Logo no primeiro ano da Crefisa no clube, o atual presidente era vice de Paulo Nobre e trabalhou bastante pela reconstrução. Assumiu o clube na cadeira maior em 2017 e desde então conquistou um Campeonato Brasileiro, um Paulista e agora uma Libertadores. Tem a chance de levar o Mundial de Clubes e uma Copa do Brasil, além de Recopa e Supercopa do Brasil.

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No Catar, Galiotte elogiou Vanderlei Luxemburgo e deu parte dos méritos da conquista continental ao atual treinador do Vasco da Gama.

“As pessoas podem não valorizar, mas o Vanderlei foi importante para o processo. Eu precisava de alguém que desse segurança aos meninos e apostamos no perfil que tivesse peso para isso. Não é simples colocar dez, 12 jogadores da base”, analisou.

“Não sei se vamos mandar uma medalha [de campeão da Libertadores para Luxemburgo], mas ele faz parte do projeto. Teve as mãos dele. O [volante] Danilo é um grande exemplo disso, um dos com a melhor performance. A indicação dele tem o dedo do Vanderlei. Depois a gente fez uma reestruturação e ele [técnico] saiu, mas o Luxemburgo é merecedor de mérito”, apontou Galiotte.

Críticas exageradas

Galiotte também falou sobre as críticas que a atual diretoria recebeu no passado. Em uma das manifestações, torcedores o apelidaram de banana e jogaram centenas de frutas na porta de sua empresa, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo. Em nenhum momento o mandatário criticou ou se manifestou contrário a atitude do torcedor na época.

“A gente sabe como o palmeirense é exigente, minha família toda é de torcedores do Palmeiras. Mas o clube foi campeão da Copa do Brasil em 2015, do Brasileiro em 2016, vice do Brasileiro em 2017, campeão Brasileiro em 2018, ficou em terceiro lugar em 2019 e agora ganhamos o Paulista e a Libertadores. Pô, se a gente analisar, o projeto deu certo. Passava na cabeça de vocês tudo isso que eu estou dizendo há seis anos? Mesmo assim foi uma enxurrada de manifestações. Eu entendo o papel do torcedor, mas em alguns momentos foi exagerado”, avaliou.

Leila Pereira, dona da Crefisa, será candidata à eleição no Palmeiras e deve assumir o posto em 2021. Por ter dois mandatos consecutivos, Galiotte não pode concorrer pela terceira vez por conta do estatuto.

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